A . . .
O que restou do nós ?
Agora só há um enorme vazio
Nas penumbras de um canto sombrio
Que já me arrasta com ímpeto e ódio.
Vamos sempre de mãos dadas no silêncio
Acorrentado no medo
E ferido no infortúnio do nosso amor.
Agora só há uma vasta solidão
Que resume você e eu,
Só há uma forma imperfeita de amor
Agora só restou insensatez.
Te amar foi o suicídio de minha alma
Foi a prisão do meu ego e o fim da alegria.
Somos dois hipócritas e não concordamos
Assim nos tornamos amantes,
Dentro da mentira de um sentimento vazio
Dentro da agonia de uma paixão inóspita.
Eu morri hoje, eu sei que perdi você,
Só que minha certeza não sabe se algum dia eu a tive
Eu só queria saber se alguma vez nós fomos só um.
Agora o que restou de mim ?
Sou uma alma atravancada de furor
Sou ira inundada em nossos devaneios,
E quantos devaneios ! ! !
Quantas promessas nunca cumpridas,
Quantas Mentiras mal resolvidas,
Quanta dor agora no meu peito.
Eu te prometi amor e recebi solidão
O algoz não merece sofre, e eu ?
Eu sim sou cabível a dor ?
Não me diga qua me ame
Nunca mais afirme paixão.
De nossa loucura só brotou a dor
De nossas promessas só o vulto passou,
De nossas bobagens só falso amor.
Agora só há hasco do meu passado lindo
Só há raiva de nossa história imperfeita,
Eu sempre disse que te amo
E tu sempre fingiu acreditar.
Minhas palavras proferidas com veemência
Foram só para atordoar o nosso fim,
Você utilisou de subisídios infundáveis ! ! !
Se nós nascemos errados, por que continuamos ?
Agora tenho que aguentar uma paixão fria ?
Talvez entre nós dois não haja um errado,
Ou talvez sejamos os dois errados.
O certo é que você venceu meu coração frio
E colocou um sentimento vazio,
Agora na minha vasta solidão só resta a dor,
Uma dor de nunca mais beijar teus lábios,
Uma dor de nunca mais acariciar tua pele
Uma dor de não poder ter seu perfume.
Eu amo você e nunca fui pernicioso,
Tentei uma vez restaurar minha índole
E terei que mudá-la novamente,
Porque te amar é demais para meu ser.
Te amar foi o fim daquele poeta irônico
Agora a minha nova paz é aquilo que me cabe.
Uma lagrima derramei por ti linda Beatriz
Uma vida eu encerro hoje por ti.
A letra M do teu nome
É a febre que mata e me consome.
Agora só há um enorme vazio
Nas penumbras de um canto sombrio
Que já me arrasta com ímpeto e ódio.
Vamos sempre de mãos dadas no silêncio
Acorrentado no medo
E ferido no infortúnio do nosso amor.
Agora só há uma vasta solidão
Que resume você e eu,
Só há uma forma imperfeita de amor
Agora só restou insensatez.
Te amar foi o suicídio de minha alma
Foi a prisão do meu ego e o fim da alegria.
Somos dois hipócritas e não concordamos
Assim nos tornamos amantes,
Dentro da mentira de um sentimento vazio
Dentro da agonia de uma paixão inóspita.
Eu morri hoje, eu sei que perdi você,
Só que minha certeza não sabe se algum dia eu a tive
Eu só queria saber se alguma vez nós fomos só um.
Agora o que restou de mim ?
Sou uma alma atravancada de furor
Sou ira inundada em nossos devaneios,
E quantos devaneios ! ! !
Quantas promessas nunca cumpridas,
Quantas Mentiras mal resolvidas,
Quanta dor agora no meu peito.
Eu te prometi amor e recebi solidão
O algoz não merece sofre, e eu ?
Eu sim sou cabível a dor ?
Não me diga qua me ame
Nunca mais afirme paixão.
De nossa loucura só brotou a dor
De nossas promessas só o vulto passou,
De nossas bobagens só falso amor.
Agora só há hasco do meu passado lindo
Só há raiva de nossa história imperfeita,
Eu sempre disse que te amo
E tu sempre fingiu acreditar.
Minhas palavras proferidas com veemência
Foram só para atordoar o nosso fim,
Você utilisou de subisídios infundáveis ! ! !
Se nós nascemos errados, por que continuamos ?
Agora tenho que aguentar uma paixão fria ?
Talvez entre nós dois não haja um errado,
Ou talvez sejamos os dois errados.
O certo é que você venceu meu coração frio
E colocou um sentimento vazio,
Agora na minha vasta solidão só resta a dor,
Uma dor de nunca mais beijar teus lábios,
Uma dor de nunca mais acariciar tua pele
Uma dor de não poder ter seu perfume.
Eu amo você e nunca fui pernicioso,
Tentei uma vez restaurar minha índole
E terei que mudá-la novamente,
Porque te amar é demais para meu ser.
Te amar foi o fim daquele poeta irônico
Agora a minha nova paz é aquilo que me cabe.
Uma lagrima derramei por ti linda Beatriz
Uma vida eu encerro hoje por ti.
A letra M do teu nome
É a febre que mata e me consome.

1 Comments:
Entre nós nunca houve mentira. Entre nós houve e há um sentimento sincero. Tentamos como hipócritas fingir que não sentíamos verdadeiramente o amor que nos consumia. Eu sei amor, você tem medo...eu também tenho...
medo do desconhecido, do futuro, da incerteza se tudo dará certo e se ficaremos juntos no final. Mas hoje eu vejo que só depende de nós. "...vamos juntos, caminhemos de mãos dadas, não nos afastemos..."
Bjs,
Bia
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