(Sem título)
É, mas não sabe exatamente quem és...
Não sabe que por de trás das cortinas exalta um coração palpitante
E q um punhal fremente esta, mas próximo de sua mão que o próprio ar que concebe a vida.
Atirada na sátira d madeira no sopé da montanha, renuncia a vida como a mãe esquece seus filhos na porta da escola.
Suas lagrimas caem lentamente, queimando o seu corpo, machucando permanentemente sua alma.
Sua visao vai desvairecendo aos poucos
e estas só, na beirada de um lago que reflete sua imagem
pálida como a lua q pende no céu
e brilha no telhado das casas cinzas, opacas
corpo nu, perante o espelho
sonho q ñ passam de folhas secas acariciadas lentamente pela brisa
suspiro, sussurro de deus
único ato manchado de sangue pelas mãos da menina
historias imemoriadas, pessoas desmemoriadas
gente que passa
gente que vai
pequeno palco intimo
mundo insano
platéia dissimulada
aplausos surdos
(Livia Maria)
Não sabe que por de trás das cortinas exalta um coração palpitante
E q um punhal fremente esta, mas próximo de sua mão que o próprio ar que concebe a vida.
Atirada na sátira d madeira no sopé da montanha, renuncia a vida como a mãe esquece seus filhos na porta da escola.
Suas lagrimas caem lentamente, queimando o seu corpo, machucando permanentemente sua alma.
Sua visao vai desvairecendo aos poucos
e estas só, na beirada de um lago que reflete sua imagem
pálida como a lua q pende no céu
e brilha no telhado das casas cinzas, opacas
corpo nu, perante o espelho
sonho q ñ passam de folhas secas acariciadas lentamente pela brisa
suspiro, sussurro de deus
único ato manchado de sangue pelas mãos da menina
historias imemoriadas, pessoas desmemoriadas
gente que passa
gente que vai
pequeno palco intimo
mundo insano
platéia dissimulada
aplausos surdos
(Livia Maria)

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