Presságio, Resenha... Sentimentos.
Um pranto
Ilusão que morre
nascente encanto
lágrima que escorre.
Junto À vida
Há a morte
Cicatriz e ferida
Ausência de sorte
Outono... Flores !
Inverno... Gelo !
Do choro amores
De amores apelos.
No rosto o vento,
Na palma o fututo,
Desencanto e lamento
De um hoje escuro.
Se rio
É para esconder
A dor que sinto
Que faz morrer.
Sozinho, sempre ando
Acompanhado permaneço
Em um berço sonhando
Tudo o que padeço.
Se corro
É para fugir
Da profecia que morro
De onde nasci.
Assim... Sentimentos
Pureza de desencanto
Estado de sofrimento
No escuro há mais pranto.
Sem saber
O que falar
Busco dizer
O que não vão escutar,
Palavras em excesso
Loucura vã.
Aquilo que meço
Vem de meu afã,
desejo de amor
Flor que dá no inverno
Doce de furo
Paz... que dá no inferno.
Ilusão que morre
nascente encanto
lágrima que escorre.
Junto À vida
Há a morte
Cicatriz e ferida
Ausência de sorte
Outono... Flores !
Inverno... Gelo !
Do choro amores
De amores apelos.
No rosto o vento,
Na palma o fututo,
Desencanto e lamento
De um hoje escuro.
Se rio
É para esconder
A dor que sinto
Que faz morrer.
Sozinho, sempre ando
Acompanhado permaneço
Em um berço sonhando
Tudo o que padeço.
Se corro
É para fugir
Da profecia que morro
De onde nasci.
Assim... Sentimentos
Pureza de desencanto
Estado de sofrimento
No escuro há mais pranto.
Sem saber
O que falar
Busco dizer
O que não vão escutar,
Palavras em excesso
Loucura vã.
Aquilo que meço
Vem de meu afã,
desejo de amor
Flor que dá no inverno
Doce de furo
Paz... que dá no inferno.

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