O Poeta e a Menina
O Poeta :
- Já viste uma noite sem luar ?
Estrelas não adornam o pensamento
A brisa não afaga uma flor
Nada existe dentro da cor
Só um eterno pesar em um largo esquecimento !
A menina :
- E tu, o que queres dizer ?
Sabes que não há noite sem luar
mesmo que a alvura se esconda por entre os algodões
Observa-se a lua nas emoções,
noites sem estrelas não há !
O Poeta :
- Sabes uma flor, uma simples flor ?
As vezes não se sente uma pétala se quer,
Os espinhos laceram e causam ardor
A rosa se mistura ao carmim e faz um torpor
Inebria os sentidos como uma mulher...
A Menina :
- Tu não sabes o diz !
Uma flor encontra-se na decoração
Faz os olhos pularem de inveja e encanto
Nunca ouvi dizer que causam um pranto
Igual a mulher, não entram no coração.
por que tantos devaneios ?
O Poeta :
- Tu não entendes !
Eu me perco em teu olhar
Em labirintos inundados de escuridão;
sem tua luz, não existe noite com luar,
Mas tu não entendes...
( uma lagrima escorre do poeta )
A Menina :
( com um olhar de espanto, mantém a altivez )
- Estas louco, entendeu ? entendeu bem !?
Não tenho rútilo nem perfume de flor
Sou um vulto que vive sem encanto !
( a face da menina se entristece )
indigna de poder sentir um langor,
Assim sou, mergulhada no pranto !
E tu, o que queres ?
O Poeta :
- Não zombes de mim ! ! !
Teu escárnio me fere e rouba a minha alegria
Sinto deboche em teu verso
Por ti desfolhei meus dias... ( Poeta chora ) tristes dias !
Em poemas sem rimas, soutos no tempo e sem retrocesso
Sou loco sim, po amar-te menina
Só tua presença me anima.
tu cativas em mim a esperança...
( Silêncio e vento )
Quero um dia viver em tua lembrança
Tocar em teus lábios sem desdém
tu me cativas...
A Menina :
- A vida... ( Ela chora )
Um abismo... Um passo... várias concepções, poucas verdades...
Desculpe ...
( Fabrìcio souza )
- Já viste uma noite sem luar ?
Estrelas não adornam o pensamento
A brisa não afaga uma flor
Nada existe dentro da cor
Só um eterno pesar em um largo esquecimento !
A menina :
- E tu, o que queres dizer ?
Sabes que não há noite sem luar
mesmo que a alvura se esconda por entre os algodões
Observa-se a lua nas emoções,
noites sem estrelas não há !
O Poeta :
- Sabes uma flor, uma simples flor ?
As vezes não se sente uma pétala se quer,
Os espinhos laceram e causam ardor
A rosa se mistura ao carmim e faz um torpor
Inebria os sentidos como uma mulher...
A Menina :
- Tu não sabes o diz !
Uma flor encontra-se na decoração
Faz os olhos pularem de inveja e encanto
Nunca ouvi dizer que causam um pranto
Igual a mulher, não entram no coração.
por que tantos devaneios ?
O Poeta :
- Tu não entendes !
Eu me perco em teu olhar
Em labirintos inundados de escuridão;
sem tua luz, não existe noite com luar,
Mas tu não entendes...
( uma lagrima escorre do poeta )
A Menina :
( com um olhar de espanto, mantém a altivez )
- Estas louco, entendeu ? entendeu bem !?
Não tenho rútilo nem perfume de flor
Sou um vulto que vive sem encanto !
( a face da menina se entristece )
indigna de poder sentir um langor,
Assim sou, mergulhada no pranto !
E tu, o que queres ?
O Poeta :
- Não zombes de mim ! ! !
Teu escárnio me fere e rouba a minha alegria
Sinto deboche em teu verso
Por ti desfolhei meus dias... ( Poeta chora ) tristes dias !
Em poemas sem rimas, soutos no tempo e sem retrocesso
Sou loco sim, po amar-te menina
Só tua presença me anima.
tu cativas em mim a esperança...
( Silêncio e vento )
Quero um dia viver em tua lembrança
Tocar em teus lábios sem desdém
tu me cativas...
A Menina :
- A vida... ( Ela chora )
Um abismo... Um passo... várias concepções, poucas verdades...
Desculpe ...
( Fabrìcio souza )

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