Wednesday, April 18, 2007

Poema Feio, Ilógico de Amor

Nas horas incógnitas da noite eu morro,
Nos momentos de tédio eu morro,
Nas horas de presságios em nálfragos eu morro
Eu morro sempre que não beijo teus lábios,
Eu morro nos instantes que te amo
E sei que vais partir,
Eu morro sempre que a vejo longe de mim
Nos momentos recíprocos e convexos,
Eu morro sem poder te amar.
Não há flores que floresça sem tua presença,
Não há chuva que umideça sem teus lábios,
Não há nada sem você... Nada !
Só resta o vazio frio sem tu presença,
O vazio escuro sem teu abraço,
O vazio sombrio, sem tua luz.
Teu calor me dá vida
Teu aroma me dá paz, mas tua distância não me dá nada.
Eu a tenho em pensamentos confusos,
Em idôneos sonhos sem letargias,
Eu não a tenho no real.
Por que tu nasceu ?
Eu te desejo nas horas sem nexo,
No meu mundo ateu,
No meu lado cristão,
Eu te desejo, sempre que eu te amo.
Te amar é meu fim e meu começo.
Sou uma piada...
Sou parte de tua zombaria...
Sou teu desdém homiziado...
Sou tua culpa, teu apreço e tua mentira.
Agora, ser parte de tuas " Estórias " é cruel.
Nas horas mais escura do meu dia
A tua distância ainda me tem
Eu não gozo da vida
Porque a minha felicidade é você.

( Fabrício de Almeida )

3 Comments:

Blogger poemas soutos said...

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4:53 PM  
Anonymous Anonymous said...

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1:18 PM  
Anonymous Anonymous said...

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1:40 PM  

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