O Silêncio Por Dentro do Fim.
As causas prováveis são sempre fundadas em nostalgia
Em implacáveis incógnatas de um revés futuro.
Causas são sempre suspeitas entre os convexos,
Sem a menor justiça dos opostos,
Assim são as causas.
A continuação da apropriação do peito é leviana
E como tudo que é mal também rejeita o correto,
E na garganta uma ponta de espinho intríscico
Enrustida de honra ao desdém, de prática
Dos meios sem perdurar o fim.
Não dá pra aturar a ruptura do silêncio
Pois a dor precede o inesperado e mata as virtudes
Ou as aprefeiçoa com oprobioso bem
Sem a menor capa de capitão.
Não te aponta, mas te joga em um caminho.
A falta de futuro é o medo de chegar no final
E como todo o medo há sempre um covarde,
E como tudo que se ausenta de ir à frente
É dado nos obtuários,
Sem respeito por não se dar a lógica dos heróis.
O escuro dos abismo escondem a imperfeições
Que o ego humano tende a querer,
E como um monstro que desconstroi o sólido
A falta de luz traz a incerteza:
O amanhã que será sempre o presente !
A virtude do venturoso é a coragem aflorada
Que desafia o incerto que provém da contadição,
Somos pedaços montados das mais belas virtudes
Somos restos de beatitudes divinas e contraditórias.
Sou quem não esperar as causas dos meios.
Faço meu fim sem preceder o começo
Ultrapaço o amargo dissabor da derrota com aspereza.
No silêncio faço melodias que são um início,
No fim faço preces para me salvar,
Do contrário me vingo do fim.
O silêncio é porta do desespero
É o caminho da paz,
É o jaz da inquietação,
É o que me constroi e me dissolve.
O silêncio é o desespero que me afaga.
Futuramente serei um pensamento à margem de outrora
E não mais vou sorrir para o a caso,
Vou na frente para não ficar para traz,
Eu montarei mais um caminho
E continuarei trilhando o que já me propus.
Em implacáveis incógnatas de um revés futuro.
Causas são sempre suspeitas entre os convexos,
Sem a menor justiça dos opostos,
Assim são as causas.
A continuação da apropriação do peito é leviana
E como tudo que é mal também rejeita o correto,
E na garganta uma ponta de espinho intríscico
Enrustida de honra ao desdém, de prática
Dos meios sem perdurar o fim.
Não dá pra aturar a ruptura do silêncio
Pois a dor precede o inesperado e mata as virtudes
Ou as aprefeiçoa com oprobioso bem
Sem a menor capa de capitão.
Não te aponta, mas te joga em um caminho.
A falta de futuro é o medo de chegar no final
E como todo o medo há sempre um covarde,
E como tudo que se ausenta de ir à frente
É dado nos obtuários,
Sem respeito por não se dar a lógica dos heróis.
O escuro dos abismo escondem a imperfeições
Que o ego humano tende a querer,
E como um monstro que desconstroi o sólido
A falta de luz traz a incerteza:
O amanhã que será sempre o presente !
A virtude do venturoso é a coragem aflorada
Que desafia o incerto que provém da contadição,
Somos pedaços montados das mais belas virtudes
Somos restos de beatitudes divinas e contraditórias.
Sou quem não esperar as causas dos meios.
Faço meu fim sem preceder o começo
Ultrapaço o amargo dissabor da derrota com aspereza.
No silêncio faço melodias que são um início,
No fim faço preces para me salvar,
Do contrário me vingo do fim.
O silêncio é porta do desespero
É o caminho da paz,
É o jaz da inquietação,
É o que me constroi e me dissolve.
O silêncio é o desespero que me afaga.
Futuramente serei um pensamento à margem de outrora
E não mais vou sorrir para o a caso,
Vou na frente para não ficar para traz,
Eu montarei mais um caminho
E continuarei trilhando o que já me propus.

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