Meu hoje
Em minas
veias o ódio cresce em rancor
Como o
monstro de Lerna em reconstituição da vida
Sobre as
águas de um pântano lúgubre
Cujo o mau é
inevitável a alma.
Pode a
cabeça cortar e queimar no fogo,
Pode
incendiar as palhas mas não chegará ao coração,
Onde habita
Tifeu no lugar da serenidade,
Onde mora a
dúvida do futuro presente.
Na mocidade
não era a amolação o meu demônio
Não era o
acre o sabor em minha boca.
Em tempos
que se perderam, também se foi a paz
E o que
restou…Sou eu que não me amo mais.
Um dia eu
sonhava como sonha a debutante
Era como a
noiva que aguardava o sim.
Hoje não me
contenho como água calma de uma represa
Sou dinamite
arruinando uma pedreira.
Como pode o
sangue mudar para o fel ?
Como pode o
olhar perder o brilho de viver ?
Não posso
ser o que eu era, o que eu fui.
Aonde foi
que me perdi ? no que foi que me tornei ?
Nuca quis me tornar o motivo do meu fim
Nem mesmo as cousas de minhas doenças,
Nunca quis guardar a fúria das frustrações vivida
Agora só resta pedir a Deus para me libertar da prisão desta carne


0 Comments:
Post a Comment
<< Home