Meu Paradoxo
De
Todos os horizontes caem os que estão morrendo
Em Uma coroa sem glória em abissal desgosto.
Em Uma coroa sem glória em abissal desgosto.
Eu
só quero qualquer lugar em silêncio
E a escuridão que está sempre comigo
Eu choro Ecoando em um riso doce
Esperanças quebradas abaixo da superfície.
Com olhos assombrados eles me encaram... Eles encaram!
Através de águas negras, tramam o fim
E uma triste figura deformada me encara saudosamente ao longe.
E a escuridão que está sempre comigo
Eu choro Ecoando em um riso doce
Esperanças quebradas abaixo da superfície.
Com olhos assombrados eles me encaram... Eles encaram!
Através de águas negras, tramam o fim
E uma triste figura deformada me encara saudosamente ao longe.
Nunca
vi mais belo o horror dos montes da flição
Nunca no abismo de meu querido desespero
Nunca no abismo me vi tão perto
Cego em delírio, navegando o contínuo fluxo de nada
Submergido no limbo da náutica eles cantam a tempestade
Oceanos amplos, delírios amplos, para sempre valorizar o vazio
Visão infundida, confundida e embebida na ilusão
Nunca no abismo de meu querido desespero
Nunca no abismo me vi tão perto
Cego em delírio, navegando o contínuo fluxo de nada
Submergido no limbo da náutica eles cantam a tempestade
Oceanos amplos, delírios amplos, para sempre valorizar o vazio
Visão infundida, confundida e embebida na ilusão
Das
mentiras celestiais e das verdades mundanas.
Olho o horizonte sem glória e com rancor de outrora
Tempo em silencioso revela tragédias privilegiadas
Todos os triunfos foram afogados e as sirenes caladas
O Tempo silencioso revela…
Todos
os triunfos foram afogados e esquecidos
E
agora somente o nada, o abismo, o horizonte…
Qual
parte da parte que me cabe vou escolher ?
Sinfonia para o peregrino intrínseco ecoa em mim
Sinfonia para o peregrino intrínseco ecoa em mim
Acordado
e discordante minha opulenta alma voa,
co’a névoa
Zarpando do paradoxo perdido para um paraíso encontrado
Zarpando do paradoxo perdido para um paraíso encontrado
Preso
dentro da caixa de música de pandora
Assistindo o portal de mim…
Gritando por paisagens sonoras tecidas no desespero de ser
Com um cão deitado aos meus pés guardando o esquecimento
DofFrio brilhantismo celestial
Em um quadro sem moldura, vibrante em lágrimas
Duas lembranças para eternidade e só...
Um punhado da terra e o sorriso da minha doce flor
Quando não mais acreditar no bem, no futuro e em algo bom.
Assistindo o portal de mim…
Gritando por paisagens sonoras tecidas no desespero de ser
Com um cão deitado aos meus pés guardando o esquecimento
DofFrio brilhantismo celestial
Em um quadro sem moldura, vibrante em lágrimas
Duas lembranças para eternidade e só...
Um punhado da terra e o sorriso da minha doce flor
Quando não mais acreditar no bem, no futuro e em algo bom.
Perdido
entre constelações de proveta no teórico Big Bang sem Deus,
Vou
a caminho de onde não há âncoras, sem cais,sem recepção.
Lugar
este onde Eles não mais me faram sangrar.
O
medo… As frustações… As angústias
Tornaram-se
pó diante do horizonte sem glória
Choros por saber que os sonhos morrem, se desfazem e mutilam.
Choro por acreditar que o único sentido de ser carne e sangue
È
nada mais que a dor de sangrar


1 Comments:
Deambulei por aqui.
E, desejo felicidades
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