Tuesday, February 10, 2015

Quero escrever uma história em você…















Quero escrever uma história em você…

Saboreando de começo tuas costas;
Absorvendo todo o langor de teus ombros.
Descendo a língua pelo caminho de Hedonê
Fadigando meus lábios no mar de teu dorso;
Deslisando para além da brecha abrasadora
Co’os pelos arrepiados e sussurros inefáveis
No término do caminho da persuasão para a sodomia.

Quero escrever um história em você…

Com minha língua tateando tuas nádegas
Brincando com o enlevo de teu vale
Me inebriando com o perfume de tua pele.
Quero em você me encontrar com os Deuses perdidos
Que se embriagavam ao sabor da pureza do vinho,
E a cada gota do teu prazer que escorre quente
Quero me acabar em cada segundo do infinito de ti.

Quero escrever um história em você…

Com meus dedos acariciando teus lábios
E meu dentes cravados em tua pele macia.
Quero em teu rebento me deleitar...
Devagar e rápido sem contradição quero te penetrar
E ouvir palavras indefiníveis a razão
Enquanto nossos corpos se chocam em frenesir
E minha mão marca em vermelho tuas nádegas.

Quero escrever um história em você…

Vou desafiar  teus demônios e combatê-los !
Tuas unhas como lâminas destes guerreiros a me cortar
E teus caninos a arrebentar-me o peito no momento final.
Vou vencê-los como ares ou odim não importa…
Vou pegar-te com a força do braços
Precioná-la sobre meu peito e navegar em tua boca
Com mordidas em sofreguidão… Vou combatê-los !

Quero escrever um história em você…

Vou Vira-te em langor ao deleite
Acariciar tua sinuosidade ardil com ambição,
Suforcar-me entre dois montes belos aveludados
E trabalhar a persuasão com a língua já esgotada
No entalhe divino da invocação da luxúria.
Vou escrever amor em ti
E acordar o mau no covil em que guardas a devassidão

Quero escrever um história em você…

Devagar, devagar e devagar… bem devagar
Quero ir ao fundo do caminho estreito
Com minhas veias saltando no aperto do Côncavo
E tua boca mordendo teus lábios.
A meretriz que até então se homiziava em ti
Saindo em fuga da carola que tu vestes
Para o campo de concentração ao obsceno.

Quero escrever um história em você…

Apertar com força cada detalhe teus seios,
E sentir o prelúdio do término com o final dos ais
E no sufocar da garganta seca e os lábios sedentos
Te preencher com minha parte de prazer,
Com o calor que jorra de meu corpo suado
Culminando com a escrita da história em você
Com a tinta do gosto devasso de nós dois.

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