Monday, September 14, 2015

... o que é bom vem de você



Parei de pensar tanto em mim
Quendo vi que perderia você,
Nao me entenda mal, mas eu cheguei no meu fim
No limite do meu sofrer.
Percebi que sem a tua pele macia
O noite é longa e esconde o dia,
Sem o olhar do amor que só você tem
Não há luz, não há cor, não há bem.

Parei de só pensar nos problemas.
Isso bem algum me fez
Me levou a escrever só poemas
Do mau que é o mundo sem a tua tez,
Agora de meu peito o mau foi removido
Quero as flores da primavera contigo,
Pois amor é brasa e deve ser alimentada
Com a nossa alegria de forma ostentada.

Quero mostrar para as agruras da vida
Que ao teu lado todo problema pode ser superado,
Que não há uma só ferida
Que com o amor não pode ser curado.
Como um pássaro livre estou a voar...
Nos teus lábios que me encantam vivio a sonhar
Que não mais haverá o passado
Pois hoje está morto e enterrado.

Quero me fundir-me a tua pele fogosa
E em teu mel me embebedar com o langor dos lábios teus,
Com tuas carícias dengosa
Me enibriando pala fraquesa dos meus.
Passa o tempo que não mais vai voltar
Em teu abraços só quero saber de amar,
Com você o errado não tem, só quando covém
Eu te amo e você à mim já tem

Andei outrora com tormentos em alma escura
Agora só há paz pensando em seu brilho, sua luz
Em mim só o teu amor figura
No silêncio, no sussurro que o amor traduz.
Vem que já é tarde para andarmos sozinhos
Quero eu e você em nosso ninho,
Pois o mau não vai mais nos perturbar 
Agora só eu louco de amor, querendo muito te amar

Monday, September 07, 2015

o que importa?



Não importa o que eu diga,
Não importa o que eu faça,
Não importa como eu faça,
Tudo se distorce quando não vemos.
Quando aluz se perde na turbulência,
Quando o grito silencia dentro do peito.
Não importa quantas vezes falei – Te amo!
Não importa o passado que vivemos
Mas importa o presente na ausência do sorriso
Que a dor roubou dos lábios deste bravio.
Nada importa do antes
Se outrora o lábio sorriu e a gora não há mais.
Não posso lutar contra minhas asneiras da loucura mundana,
Das fraquezas humanas, dos erros tolos.
Não importa …
Não dá pra mudar o curso da pedra arremessada
O cuspe impelido ao alto,
Não dá pra recursar a vontade proferida e os erros aparentes.
Não importa quantas vezes a brutal vida bateu.
Não importa se o teto de vidro que se quebrou,
Não importa…
Fiz minha parte na incoerência de viver,
Fiz parte dos tropeços nas pedras pelo caminho,
Fiz a minha parte na distância que há no agora.
Não importa o tocar antigo dos nosso lábios,
Nada importa se o passado é somente o que passou,
Sem a procedência do risco de viver o hoje.
Somente importa o esquecimento de agora
Poque o passado se apaga nas cinzas do tempo
Que é morto como quem não aceita o caminho do abismo.

Não posso mais me encontrar



Me perco, já não posso mais me encontrar
No laço da caçador, em pleno nó na garganta…
Sou somente o que se perdeu
Perdido em um mundo de "seres". - E o que ser ?
Já não caibo no término da dor
Já não sorrio como da juventudo o frescor
E o que ser?
Tenho o mapa do mundo e perdi o meu próprio
Tenho minhas agruras na turvidez do olhar
Tenho muito, mas é o pouco que me faz falta
Sonhos só os que eu perdi
E os perdidos são os que me fazem acontecer.
Meu tempo se perdeu ou acabou por acabar?
Já não posso mais me encontrar…
O mundo não é meu
O tempo eu já perdi em caminhadas vãs
Já não posso mais me encontrar.
São tantos os desencanto que os desenganos já não são
Como o véu do dissabor na ferida da amargura,
Aconteço em artifício ao som do peito
E ao calor que se dissipa entre os dedos.
Perdido… Já não posso me encontrar.
O fel é o perfume que me entorpece em miragem
Do lado sombrio das coisas que não vejo
Me percebo assim… Perdido

Nas Gotas de Outono



Por Hora é só… Deixarei o início para agora
E não mais os lamentos das profundezas,
Em mim é o caos que n’alma vigora
Levando de cada sorriso suas purezas.

O outono se firma com céu de que vai chover
Então assim deixarei lavar meu espírito
Do lamaçal das sujeiras que me fazem sofrer
E eu já não quero o sofrimento prescrito.

Cicatrizes de coisa alguma ainda  arde
No momento em fecho os olhos e não tenho o que ver,
Na hora em que me escondo feito covarde.

Minh’alma está contaminada pela dor e tristeza
Vem gotas do outono não quero mais doer
Não quero mais viver a vida sem beleza 

Friday, September 04, 2015

Façamos novamente



Somos apenas suor, gemidos e devassidão
Somos da pureza da mente contaminada pelo ermo de “depois”
Somos o que somos agora não mais outrora
Somos donos de nós neste momento à dois.
Quero mais é penetrar em tua imaginação
E mais uma vez morrer como homem e renascer um deus
No âmago dos inssenssatos ser paixão
No loucura dos sóbrios ser frenezir.
Olhar em teus olhos e poder me ver caído
Me ver em teus braços e poder não ser mais eu
Ser apenas um átimo de emoção
E dentro de ti derramar prazer.
Agora apenas um silêncio
Apenas o perfume,
Apenas o suspiro
Apenas nós…
O mundo nos aguarda co’as mãos armadas de pedras
E nós com um sorriso de paz.
Somos mais que dois no momento de “depois”
Somos céu e inferno na paz de momento.
No olhar de agora somos mais
E o mundo odeia a insanidade de ser amor,
Por isso façamos mais mais uma vez
A paz que os inimigos têm antes de lutar,
O momento perfeito dos segundo antes do prazer
Sem nada para estragar o pensamento
Sem nada povoando a mente que sente
O sabor que fica a balançar as pernas,
Façamos novamente…
O mundo é balbúrdia e eu quero o nosso silêncio