Quero escrever
uma história em você…
Saboreando
de começo tuas costas;
Absorvendo
todo o langor de teus ombros.
Descendo a
língua pelo caminho de Hedonê
Fadigando
meus lábios no mar de teu dorso;
Deslisando
para além da brecha abrasadora
Co’os pelos
arrepiados e sussurros inefáveis
No término
do caminho da persuasão para a sodomia.
Quero
escrever um história em você…
Com minha
língua tateando tuas nádegas
Brincando
com o enlevo de teu vale
Me
inebriando com o perfume de tua pele.
Quero em
você me encontrar com os Deuses perdidos
Que se
embriagavam ao sabor da pureza do vinho,
E a cada
gota do teu prazer que escorre quente
Quero me
acabar em cada segundo do infinito de ti.
Quero
escrever um história em você…
Com meus
dedos acariciando teus lábios
E meu dentes
cravados em tua pele macia.
Quero em teu
rebento me deleitar...
Devagar e
rápido sem contradição quero te penetrar
E ouvir
palavras indefiníveis a razão
Enquanto
nossos corpos se chocam em frenesir
E minha mão
marca em vermelho tuas nádegas.
Quero
escrever um história em você…
Vou
desafiar teus demônios e combatê-los !
Tuas unhas
como lâminas destes guerreiros a me cortar
E teus
caninos a arrebentar-me o peito no momento final.
Vou
vencê-los como ares ou odim não importa…
Vou pegar-te
com a força do braços
Precioná-la
sobre meu peito e navegar em tua boca
Com mordidas
em sofreguidão… Vou combatê-los !
Quero
escrever um história em você…
Vou Vira-te em langor ao deleite
Acariciar
tua sinuosidade ardil com ambição,
Suforcar-me
entre dois montes belos aveludados
E trabalhar a
persuasão com a língua já esgotada
No entalhe
divino da invocação da luxúria.
Vou escrever
amor em ti
E acordar o
mau no covil em que guardas a devassidão
Quero
escrever um história em você…
Devagar,
devagar e devagar… bem devagar
Quero ir ao
fundo do caminho estreito
Com minhas
veias saltando no aperto do Côncavo
E tua boca
mordendo teus lábios.
A meretriz
que até então se homiziava em ti
Saindo em
fuga da carola que tu vestes
Para o campo
de concentração ao obsceno.
Quero
escrever um história em você…
Apertar com
força cada detalhe teus seios,
E sentir o
prelúdio do término com o final dos ais
E no sufocar
da garganta seca e os lábios sedentos
Te preencher
com minha parte de prazer,
Com o calor
que jorra de meu corpo suado
Culminando com a escrita da história em você
Com a tinta
do gosto devasso de nós dois.