Wednesday, August 29, 2007
É Tudo Que Resta que Faz Os Dias Serem Tristes
Tudo na paz se contradiz com o fim E como toda tristeza, sou parte do início de sua causa
E talvez um fim do que se acaba.
Sou ela própria, pura e fria.
Sou como um dissabor, agora sem nossa paixão.
me perdir em teus seios,
Me afoguei em teu mar,
Bebi todos os nossos instantes de ternura,
Me corrompi por pensar que não a amava.
Agora tenho que desfrutar da dor,
Do silência imperfeito por falta da tua voz.
Teu corpo lívio e quente não mais me alentará,
Nem tão pouco teus lábios de flor e mel.
Não vou poder suspirar com teu olhar em mim,
Nem sorrir junto ao sorriso teu,
Não !
Nada mais que venha de ti vai poder me aliviar,
Porque já não tenho tua paz,
Você em mim se desfez, e eu em você me refiz.
Dizer adeus é mais triste que um membro perdido,
Porque é involuntário.
Dizer adeus é tão cruel quanto a morte,
Talvez seja pior, mais baixa e mais suja.
Agora e tenho paz ...
Mas a paz própria se contradiz sem o gozo de nossos beijos,
A paz é infundada sem ter nossos fundamentos.
Como flores nossa paixão murchou com o inverno
E nós nos perdemos com o vento e com o tempo.
Com a chuva minha lágrimas e canções se foram
O que me restava era você,
Agora só lágrimas e pensamentos...
O que tentar entender ?
O fim nunca faz parte de um começo,
Muito menos do desespero que ele carrega.
Simplesmente ... Lágrimas porque o fim ...
O fim é sempre uma tortura,
É como a perda de um pedaço,
É como a abertura de uma cicatriz.
É corroziva e faz mal.
O fim é o início da tristeza !
Sem ter tua face sobre rosas,
Sem ter teu corpo álgido...
O fim é fim do meu sorriso sincero de alegria.
Agora esconderei meu rosto entre as pernas.
Adeus e Mil desculpas !
Tua Imagem será sempre do anjo puro
Que das tristezas me afastou !
Teu olhar vago e cansado será minha lembraça.
Sunday, August 05, 2007
O Silêncio Por Dentro do Fim.
As causas prováveis são sempre fundadas em nostalgia
Em implacáveis incógnatas de um revés futuro.
Causas são sempre suspeitas entre os convexos,
Sem a menor justiça dos opostos,
Assim são as causas.
A continuação da apropriação do peito é leviana
E como tudo que é mal também rejeita o correto,
E na garganta uma ponta de espinho intríscico
Enrustida de honra ao desdém, de prática
Dos meios sem perdurar o fim.
Não dá pra aturar a ruptura do silêncio
Pois a dor precede o inesperado e mata as virtudes
Ou as aprefeiçoa com oprobioso bem
Sem a menor capa de capitão.
Não te aponta, mas te joga em um caminho.
A falta de futuro é o medo de chegar no final
E como todo o medo há sempre um covarde,
E como tudo que se ausenta de ir à frente
É dado nos obtuários,
Sem respeito por não se dar a lógica dos heróis.
O escuro dos abismo escondem a imperfeições
Que o ego humano tende a querer,
E como um monstro que desconstroi o sólido
A falta de luz traz a incerteza:
O amanhã que será sempre o presente !
A virtude do venturoso é a coragem aflorada
Que desafia o incerto que provém da contadição,
Somos pedaços montados das mais belas virtudes
Somos restos de beatitudes divinas e contraditórias.
Sou quem não esperar as causas dos meios.
Faço meu fim sem preceder o começo
Ultrapaço o amargo dissabor da derrota com aspereza.
No silêncio faço melodias que são um início,
No fim faço preces para me salvar,
Do contrário me vingo do fim.
O silêncio é porta do desespero
É o caminho da paz,
É o jaz da inquietação,
É o que me constroi e me dissolve.
O silêncio é o desespero que me afaga.
Futuramente serei um pensamento à margem de outrora
E não mais vou sorrir para o a caso,
Vou na frente para não ficar para traz,
Eu montarei mais um caminho
E continuarei trilhando o que já me propus.
Em implacáveis incógnatas de um revés futuro.
Causas são sempre suspeitas entre os convexos,
Sem a menor justiça dos opostos,
Assim são as causas.
A continuação da apropriação do peito é leviana
E como tudo que é mal também rejeita o correto,
E na garganta uma ponta de espinho intríscico
Enrustida de honra ao desdém, de prática
Dos meios sem perdurar o fim.
Não dá pra aturar a ruptura do silêncio
Pois a dor precede o inesperado e mata as virtudes
Ou as aprefeiçoa com oprobioso bem
Sem a menor capa de capitão.
Não te aponta, mas te joga em um caminho.
A falta de futuro é o medo de chegar no final
E como todo o medo há sempre um covarde,
E como tudo que se ausenta de ir à frente
É dado nos obtuários,
Sem respeito por não se dar a lógica dos heróis.
O escuro dos abismo escondem a imperfeições
Que o ego humano tende a querer,
E como um monstro que desconstroi o sólido
A falta de luz traz a incerteza:
O amanhã que será sempre o presente !
A virtude do venturoso é a coragem aflorada
Que desafia o incerto que provém da contadição,
Somos pedaços montados das mais belas virtudes
Somos restos de beatitudes divinas e contraditórias.
Sou quem não esperar as causas dos meios.
Faço meu fim sem preceder o começo
Ultrapaço o amargo dissabor da derrota com aspereza.
No silêncio faço melodias que são um início,
No fim faço preces para me salvar,
Do contrário me vingo do fim.
O silêncio é porta do desespero
É o caminho da paz,
É o jaz da inquietação,
É o que me constroi e me dissolve.
O silêncio é o desespero que me afaga.
Futuramente serei um pensamento à margem de outrora
E não mais vou sorrir para o a caso,
Vou na frente para não ficar para traz,
Eu montarei mais um caminho
E continuarei trilhando o que já me propus.

